As métricas

Delta Coders
16 de Janeiro 2014 | 11:15
As métricas

Ricardo Florêncio

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Director da Revista HR Portugal

Editorial publicado na edição de Janeiro de 2014 da revista HR Portugal

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Há dois temas que têm de ser aprofundados com celeridade na esfera das Direcções de Pessoas/ Recursos Humanos.

O primeiro são as métricas. Para causar efeito, para se estudar a sua relevância e necessidade, para se provar a sua eficácia, tem de haver métricas – que comprovem e justifiquem muitas das acções que têm de ser tomadas, e se analisem as diversas alternativas. Para ver o que está a funcionar em pleno, o que pode estar errado, o que pode estar menos bem, o que pode ser melhorado. É óbvio que algumas situações não são passíveis de ser mensuráveis. Mas muitas outras que hoje em dia não o são têm de ser realizadas. E mesmo aquelas que podemos considerar intangíveis, poder-se-á arranjar modo e método de serem avaliadas quantitativamente. Um Presidente de um grande banco repete com insistência: “o que não pode ser medido, não existe”.

A segunda surge como corolário da primeira. E esta atinge o que interessa realmente às empresas. O seu objectivo final e a sua razão de existirem: os resultados, o lucro. Ou seja, qual o impacto que a actuação das Direcções de Pessoas/ Recursos Humanos têm efectivamente nos resultados das empresas. Não há dúvida absolutamente nenhuma que têm. Contudo, e mais uma vez isso tem de ser demonstrado, tem de ser medido, tem de ser provado.

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