Joana Pita Negrão, People & Culture Executive director da Nova SBE, destaca que «as equipas mais motivadas e comprometidas são, tendencialmente, mais produtivas».
Elsa Carvalho, head of Business Development na WTW – Willis Towers Watson, defende que «enquanto a produtividade não for estimulada e não aumentar, teremos sempre abordagens com enfoque em contenção de custos e salários baixos/médios, a par com dificuldades de atrair e reter».
Carla Marques, CEO da Intelcia Portugal, acredita que «melhorar a produtividade requer esforços em várias áreas, incluindo políticas governamentais, investimento privado e esforços elevados de formação e educação».
Rita Baptista, directora de Recursos Humanos & Organização da Bene Farmaceutica, destacou «a evolução de mudança de mentalidades e oportunidades que tem vindo a ocorrer no tema da equidade salarial entre géneros. Lentamente, é verdade, mas o mercado está no caminho certo».
Isabel Borgas, directora de Pessoas e Organização da NOS, faz notar que «num contexto cada vez mais volátil, incerto, complexo e ágil, a necessidade de aceder e a fornecer informações rápidas, fundamentadas e assertivas para uma tomada de decisão informada torna-se cada vez mais um factor…
Paulo Bastos, Headquarters Human Resources manager do Grupo Simoldes, destaca que «a IA começa a transformar a maneira como as organizações lidam com os seus colaboradores, optimizando processos e possibilitando uma abordagem mais estratégica na gestão de Recursos Humanos.»
Rita Távora, Country Talent Development manager da IKEA, salienta que «cada vez mais, os colaboradores valorizam contextos empresariais que aceitem e promovam a diferença. Empresas que sejam espaços de integração, aceitação e pertença».
Maria Kol, HR Country Lead da Cisco, acredita que «a IA pode assim ser encarada como um co-piloto, exigindo, contudo, abertura e capacidade de aprendizagem e adaptação. Só assim será possível tirar partido de uma realidade que agora se torna disponível e ao alcance de todos».
Eduardo Caria, director Pessoas e Organização do Grupo Ageas Portugal, faz notar que «ao abraçar a natureza complementar da IA e das capacidades humanas, os profissionais de RH podem criar um ambiente de trabalho equilibrado e progressivo que maximize o potencial tanto da IA quanto do factor humano,…
Carla Marques, CEO da Intelcia Portugal, defende que «é crucial encontrar um equilíbrio entre a automação e a abordagem humana, garantindo que a implementação da IA na Gestão de Pessoas seja transparente e focada no desenvolvimento, tanto dos colaboradores quanto da organização como um todo».