Barómetros

Barómetro Human Resources: Liderança, mas pouco. Reformas, para ontem

Os jovens querem liderar, mas não a qualquer custo, enquanto a maioria das empresas está a adaptar os seus modelos de liderança apenas de forma pontual e pouco estruturada. Passados três anos, os especialistas continuam a afirmar que a Gestão de Pessoas precisa de mudanças profundas, “para ontem”, e é mais urgente reformar a política fiscal do que a lei laboral, sendo que, neste último âmbito, a flexibilização dos vínculos contratuais é identificada como prioritária. Mas as empresas acreditam estar preparadas para o futuro. Estarão? São estas as principais conclusões da 60.ª edição do Barómetro Human Resources.

Testemunhos

Catarina Paiva, Turismo de Portugal. Blink: Decidir num piscar de olhos

Catarina Paiva, administradora do Turismo de Portugal, defende que «o aumento progressivo da utilização das ferramentas de IA vai fazer emergir a necessidade de as decisões serem baseadas com base em dados, mas também salvaguardando aquilo que a IA não consegue replicar: a intuição humana».

Pedro Ribeiro, Super Bock Group: O “bottleneck” está no lado das pessoas

Pedro Ribeiro, director-geral Pessoas e Organização do Super Bock Group, afirma que «A tecnologia evolui muito mais rapidamente do que a capacidade das pessoas e das organizações se adaptarem e por isso mudar demasiado rápido provocará sobrecarga, avançar demasiado devagar pode implicar a perda de…

Mariana Canto e Castro, Randstad Portugal: Reter, é preciso!

Mariana Canto e Castro, directora de Recursos Humanos da Randstad Portugal, acredita que «reter talentos é garantir a continuidade do propósito, a própria sustentabilidade da empresa. Empresas que mantêm os seus melhores quadros conseguem formar lideranças orgânicas, garantir planos sucessórios…