No actual contexto de inflação e (grande) aumento do custo de vida, onde está o foco das empresas – e das pessoas – no novo ano? Garantir a atracção e fidelização do talento, na perspectiva corporativa, e assegurar flexibilidade, na perspectiva individual, vão continuar a ser o foco?
O princípio é o mesmo que se aplica aos filhos: não é por lhes fazer “todas as vontades” que os estamos a ajudar ou a dar mais valor. No “jogo de forças” entre empregadores e trabalhadores, é preciso encontrar o equilíbrio. E haver responsabilidade.